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  • Consulta veterinária em Montes Claros: o que levar ao check-up do seu pet

    Consulta veterinária em Montes Claros: o que levar ao check-up do seu pet

    Uma consulta começa antes de sair de casa

    Separe a carteirinha de vacinação, exames anteriores e a lista de medicamentos e suplementos. Anote mudanças no apetite, na ingestão de água, na urina, nas fezes e no comportamento. Fotos ou vídeos dos sinais podem ajudar a explicar o que aconteceu.

    Quais perguntas fazer ao veterinário?

    Converse sobre vacinação, controle de parasitas, alimentação, saúde bucal e atividade física. Pergunte também qual intervalo de acompanhamento faz sentido para a idade e o histórico do seu animal. A necessidade de exames é individual.

    Cuidado que acompanha cada fase

    Filhotes, adultos e idosos têm necessidades diferentes. Construir um histórico consistente ajuda a equipe a conhecer melhor seu pet e a orientar a prevenção ao longo do tempo.

    Para uma consulta veterinária em Montes Claros, entre em contato com o Hospital São Francisco de Assis. Informe o motivo da visita e confirme a orientação de atendimento. O hospital fica na Rua Santa Maria, 400, Todos os Santos.

    Conteúdo educativo baseado nas referências abaixo. Não substitui consulta, diagnóstico ou prescrição veterinária. Em situações urgentes, procure atendimento imediato.
    Referências e informações

    Conteúdo preparado em 15/10/2026. Sem atribuição de revisão clínica à equipe do hospital.

  • Mau hálito em cães e gatos: quando procurar um veterinário?

    Mau hálito em cães e gatos: quando procurar um veterinário?

    O cheiro pode ser um aviso

    Mau hálito persistente, gengivas avermelhadas, dentes quebrados ou dificuldade para comer merecem avaliação. Problemas na boca podem causar dor mesmo quando o animal continua se alimentando.

    Prevenção começa com orientação

    Peça ao veterinário para examinar dentes e gengivas e explicar como introduzir a escovação com produtos próprios para pets. A adaptação precisa respeitar o conforto do animal. Não use creme dental humano.

    Cuidado profissional quando necessário

    A consulta ajuda a definir se há necessidade de tratamento odontológico e quais cuidados devem anteceder o procedimento. Produtos mastigáveis e limpeza em casa não substituem a avaliação quando já existe doença.

    Inclua a saúde bucal na próxima consulta do seu cão ou gato no Hospital São Francisco de Assis. Pequenas observações do dia a dia ajudam a reconhecer desconfortos que passam despercebidos.

    Conteúdo educativo baseado nas referências abaixo. Não substitui consulta, diagnóstico ou prescrição veterinária. Em situações urgentes, procure atendimento imediato.
    Referências e informações

    Conteúdo preparado em 15/10/2026. Sem atribuição de revisão clínica à equipe do hospital.

  • Otite em cachorro: coceira e mau cheiro no ouvido pedem avaliação

    Otite em cachorro: coceira e mau cheiro no ouvido pedem avaliação

    O ouvido também dá sinais

    Coceira, vermelhidão, secreção, cheiro diferente e dor ao tocar a orelha podem indicar um problema. A avaliação veterinária ajuda a identificar a causa e escolher os cuidados adequados.

    Evite receitas e produtos improvisados

    Não aplique álcool, óleos ou medicamentos antigos no ouvido do pet. A limpeza deve ser orientada: produtos inadequados e manipulação excessiva podem agravar o desconforto. Se o cão sente dor, interrompa a tentativa de limpeza e procure atendimento.

    Cuidado contínuo para quem tem recorrência

    Conte ao veterinário quando os episódios começaram e se costumam voltar após banhos ou em determinadas épocas. Um acompanhamento organizado permite investigar fatores envolvidos e revisar a rotina de higiene.

    Agende uma consulta no Hospital São Francisco de Assis e leve o nome dos produtos já utilizados. Esse histórico torna a conversa mais produtiva.

    Conteúdo educativo baseado nas referências abaixo. Não substitui consulta, diagnóstico ou prescrição veterinária. Em situações urgentes, procure atendimento imediato.
    Referências e informações

    Conteúdo preparado em 15/10/2026. Sem atribuição de revisão clínica à equipe do hospital.

  • Gato não consegue urinar? Entenda por que é uma emergência

    Gato não consegue urinar? Entenda por que é uma emergência

    Um sinal que não pode esperar

    Se o gato faz força e não consegue urinar, procure atendimento imediatamente. A obstrução urinária pode ameaçar a vida, especialmente em machos. Não espere até o dia seguinte para observar se melhora.

    Observe sem tentar resolver em casa

    Entrar várias vezes na caixa, vocalizar, lamber a região genital ou eliminar apenas pequenas quantidades de urina são sinais relevantes. Pode ser difícil distinguir esforço para urinar de esforço para evacuar: na dúvida, busque orientação urgente. Não aperte a barriga do gato.

    Depois da urgência, acompanhe a causa

    Problemas urinários podem envolver inflamação, cálculos e outros fatores. A investigação orienta o tratamento e os cuidados com água, alimentação e ambiente. Cada caso precisa de um plano individual.

    O Hospital São Francisco de Assis informa atendimento veterinário 24 horas em Montes Claros. Ligue para a equipe e organize o transporte com segurança.

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    Conteúdo preparado em 15/10/2026. Sem atribuição de revisão clínica à equipe do hospital.

  • Parvovirose em cachorro: vômito e diarreia são sinais de alerta

    Parvovirose em cachorro: vômito e diarreia são sinais de alerta

    Não espere o quadro piorar

    A parvovirose canina é uma infecção viral contagiosa. Vômitos, diarreia intensa, prostração e perda de apetite, sobretudo em filhotes, pedem avaliação rápida. A presença ou ausência de sangue nas fezes não permite confirmar ou descartar a doença.

    O diagnóstico precisa de avaliação

    Sintomas digestivos têm diferentes causas. Informe idade, vacinação, contato com outros cães e quando os sinais começaram. Se houver suspeita de doença contagiosa, avise a equipe antes de entrar na recepção para receber orientação.

    Vacinação e ambiente seguro fazem diferença

    O vírus pode permanecer no ambiente. Siga o protocolo de vacinação e peça orientação sobre limpeza, desinfecção e contato com outros animais. Não tente tratar em casa nem ofereça remédios humanos.

    Em caso de piora ou sinais intensos, procure atendimento veterinário 24h em Montes Claros. O hospital informa funcionamento todos os dias.

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  • Leishmaniose canina: prevenção e sinais para conversar com o veterinário

    Leishmaniose canina: prevenção e sinais para conversar com o veterinário

    Entenda a transmissão

    A leishmaniose envolve parasitas transmitidos pela picada de flebotomíneos infectados, conhecidos popularmente como mosquito-palha. O controle exige atenção ao ambiente e orientação profissional.

    Sintomas não contam toda a história

    Alterações na pele, perda de peso e crescimento anormal das unhas podem ocorrer, mas não são exclusivos da doença. Alguns cães infectados não apresentam sinais evidentes. A investigação deve ser conduzida pelo veterinário.

    Como organizar a prevenção?

    Converse sobre medidas de proteção contra o vetor e sobre produtos repelentes indicados para cães. Mantenha o quintal limpo e reduza o acúmulo de matéria orgânica. A estratégia deve considerar a realidade do local e a rotina do animal.

    Suspeita de leishmaniose merece consulta e exames, sem tratamentos caseiros. No Hospital São Francisco de Assis, você pode buscar avaliação e orientação sobre os próximos passos.

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  • Doença do carrapato em cães: sinais que merecem atenção

    Doença do carrapato em cães: sinais que merecem atenção

    Um nome popular para problemas diferentes

    “Doença do carrapato” é uma expressão que pode se referir a infecções diferentes, como erliquiose e babesiose. Encontrar um carrapato é motivo para revisar a prevenção; observar sintomas é motivo para procurar avaliação.

    O que observar no dia a dia?

    Apatia, falta de apetite, febre, palidez ou sangramentos precisam ser investigados. Esses sinais não confirmam uma doença específica: o exame clínico e os testes indicados pelo veterinário ajudam a entender a causa.

    Prevenção é uma rotina, não uma ação isolada

    Converse sobre controle de carrapatos no animal e no ambiente. Use somente produtos adequados à espécie, à idade e ao peso. Não dê antibióticos por conta própria.

    Se seu cachorro mudou de comportamento, procure o Hospital São Francisco de Assis. Um relato detalhado sobre os sinais e a exposição a parasitas ajuda na consulta.

    Conteúdo educativo baseado nas referências abaixo. Não substitui consulta, diagnóstico ou prescrição veterinária. Em situações urgentes, procure atendimento imediato.
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  • Vacinas para gatos: o que muda entre V3, V4 e V5?

    Vacinas para gatos: o que muda entre V3, V4 e V5?

    Nomes parecidos, proteções diferentes

    As vacinas múltiplas felinas podem proteger contra panleucopenia, herpesvírus e calicivírus. No Brasil, formulações chamadas V4 podem incluir clamidiose, e as V5 podem incluir FeLV. Confira sempre a composição do produto com o veterinário.

    A rotina do gato importa

    Idade, acesso à rua, convivência com outros gatos e histórico de saúde influenciam a escolha. A avaliação do status de FeLV deve fazer parte da conversa antes de indicar a vacinação contra esse vírus. A antirrábica também precisa ser considerada no plano preventivo.

    Proteção sem calendário improvisado

    Leve a carteirinha e conte como seu gato vive. Doses e reforços dependem da avaliação individual e da vacina utilizada.

    Marcar uma consulta preventiva é uma oportunidade para esclarecer dúvidas e organizar os próximos cuidados com mais tranquilidade.

    Conteúdo educativo baseado nas referências abaixo. Não substitui consulta, diagnóstico ou prescrição veterinária. Em situações urgentes, procure atendimento imediato.
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    Conteúdo preparado em 15/10/2026. Sem atribuição de revisão clínica à equipe do hospital.

  • Vacinas para cachorro: entenda a V8, a V10 e a antirrábica

    Vacinas para cachorro: entenda a V8, a V10 e a antirrábica

    Proteção começa com um plano

    V8 e V10 são nomes usados para vacinas múltiplas no Brasil. A composição deve ser conferida na bula: essas vacinas podem incluir proteção contra cinomose, parvovirose, adenovirose e leptospirose, entre outras doenças. A antirrábica protege contra a raiva.

    Qual é a melhor vacina para o seu cachorro?

    A escolha depende da idade, do histórico, da exposição e dos produtos disponíveis. Vacinas contra agentes respiratórios também podem entrar na conversa, conforme a rotina do pet. Não existe um calendário único adequado a todos os cães.

    Atrasou uma dose? Leve a carteirinha

    O veterinário avalia como atualizar a proteção e orienta os cuidados antes de passeios e contato com outros animais. Evite decidir sozinho por reiniciar ou interromper o esquema.

    Agende uma avaliação no Hospital São Francisco de Assis e leve os registros anteriores: transformar dúvidas em um plano claro torna a prevenção mais simples.

    Conteúdo educativo baseado nas referências abaixo. Não substitui consulta, diagnóstico ou prescrição veterinária. Em situações urgentes, procure atendimento imediato.
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